6.9.15

No meu mês de quase todas as mudanças, o YOGA



Olá, estou de volta ou não, mas espero que sim :) Bem o YOGA.
Desde há muito tempo que tinha curiosidade e que tinha uma noção por alto de que só fazia bem e de que podia mudar coisas.

Achava que um dia se calhar experimentava, embora por outro lado achasse que estava a ficar cada vez mais passiva e que se calhar não ia experimentar mais nada na vida (wtf?, lol), claro que estava a ser estupidamente pessimista, e se o optimismo desmesurado é ingénuo o pessimismo é idiota.

Bem o que é certo é que um dia no início de agosto decidi que ia para o YOGA e dito e feito, fui à net, procurei uma escola que ficasse a caminho e encontrei-a, mandei um email, fui inscrever-me e nesse dia o professor arranjou-me umas calças depois de me ter convencido em fazer logo a primeira aula, eu não gostei disso, não gosto que me convençam, mas sei que ele fez bem :)

Gostei muito da primeira aula, foram duas horas diferentes de tudo o que já tinha feito na vida, muito ricas em nuances, porque o YOGA implica vários tipos de práticas diferentes, entre respirações, posturas fisicas, relaxamento e concentração etc.
Contudo todas remetem para os mesmos objectivos: plenitude, compaixão, amor próprio e pelos outros, harmonia e equilibrio, auto-controlo fisico e emocional, auto-conhecimento, paz interior, alegria e felicidade, não necessáriamente por esta ordem.

Saí da primeira aula a achar que tinha arranjado uma nova casa, um abrigo para o frio e abrigo para o excesso de calor.

O YOGA encerra em si um novo mundo para quem nunca privou com ele, e depois da primeira experiência traz à vida um novo apoio, qual tábua de salvação, qual corda, qual nuvem, qual mão amiga que não nos vai deixar nunca.

Esse apoio, essa tábua, essa corda, nuvem e mão nada mais são que nós mesmos reencontrados, e relembrados de que os poetas talvez tenham  razão e que talvez o amor seja a única resposta. ( Esta dos poetas e do amor é do Woody Allen)

Encontrados connosco próprios também reencontramos os outros de uma nova maneira e isso é bom.

Dado isto é obvio que recomendo, é obvio que acho que é dos euros mais bem gastos que se podem gastar, porém para os disciplinados, quem me dera se-lo mais, praticar em casa também é um caminho, embora a sensação de fazer parte de algo bom junto de outras pessoas também vale a pena, mesmo que numa fase inicial, ser experimentado.

Ainda não tenho links com info para recomendar, porque ainda não li o suficiente, mas quando o tiver feito, recomendo.

Espero ter despertado a curiosidade, porque acho que foi dos textos mais relevantes deste blog e que encerra em si uma solução efectivamente pragmática.

Eu mudei e agora estou mais dócil...ou ainda não, por isso bjnhos ou abraços como preferirem, ou ainda um adeus ao longe ou uma carga de ombros! ;)